A Dra. Carla Góes é médica cirurgiã, especialista em Dermatologia a Laser, com mais de 30 anos de atuação na medicina.
Baiana, formada em cirurgia com residência ao lado do Professor Henrique Walter Pinotti, posteriormente especializou-se em Dermatologia na Universidade John F. Kennedy. Empreendedora, escritora e autora de best-sellers como “Grávida e Bela”, “Mãe, e agora?”, “Belíssima”, “Beleza Sustentável” e “O Poder é Seu”, construiu uma trajetória marcada por inovação e cuidado com a autoestima feminina.
Ao longo dos anos em seu consultório, passou a ouvir relatos silenciosos de mulheres vítimas de violência. Histórias de medo, vergonha, agressões físicas e psicológicas. Muitas chegavam com cicatrizes visíveis no rosto — marcas deixadas propositalmente para destruir sua identidade e dignidade.
Foi dessa dor testemunhada que nasceu o Instituto Um Novo Olhar.
Movida pela convicção de que tratar a cicatriz física é também iniciar a cura emocional, Dra. Carla transformou sua experiência médica em uma missão social. Seu trabalho une excelência técnica, sensibilidade humana e compromisso com a transformação social.
Para ela, reconstruir um rosto é devolver à mulher o direito de se olhar novamente no espelho — sem medo, sem vergonha e com esperança.
O Instituto é a materialização de seu propósito: cuidar, restaurar e empoderar mulheres para que possam romper o ciclo da violência e reconstruir suas próprias histórias.
O cenário da violência contra a mulher no Brasil.
A violência contra a mulher no Brasil é uma emergência social.
A Dra. Carla Góes é médica cirurgiã, especialista em Dermatologia a Laser, com mais de 30 anos de atuação na medicina.
Baiana, formada em cirurgia com residência ao lado do Professor Henrique Walter Pinotti, posteriormente especializou-se em Dermatologia na Universidade John F. Kennedy. Empreendedora, escritora e autora de best-sellers como “Grávida e Bela”, “Mãe, e agora?”, “Belíssima”, “Beleza Sustentável” e “O Poder é Seu”, construiu uma trajetória marcada por inovação e cuidado com a autoestima feminina.
A Lei Maria da Penha reconhece cinco formas de violência:
A face é frequentemente alvo intencional do agressor, numa tentativa cruel de desfigurar e anular a identidade da mulher. O objetivo é enfraquecer sua autoestima, isolá-la e mantê-la no ciclo da violência.
É nesse cenário alarmante que o Instituto Um Novo Olhar atua.
Cada cirurgia realizada, cada atendimento psicológico oferecido e cada orientação jurídica prestada representa mais do que assistência médica — representa resistência, dignidade e reconstrução de futuro.
A violência contra a mulher não é um problema individual.
É uma responsabilidade coletiva.
E mudar essa realidade começa com informação, acolhimento e ação.